Hoje já é ~quarta-feira~ E há pouco tinha quase 20 Tantos planos eu fazia E eu achava que em 10 anos Viveria uma vida E não me faltaria tanto pra ver Tenho sonhos adolescentes Mas as costas doem Sou jovem pra ser velha E velha pra ser jovem Tenho discos de 87 e de 2009 Sou jovem pra ser velha E velha pra ser jovem
Fazer 30 anos pesa um pouco. São tantas coisas que a gente queria e que não saiu como o esperado. Mas também muitos planos que eu fiz e que deram certo, muitas coisas que eu aprendi.
De uma certa maneira acho que a Camila de hoje é a melhor Camila que já existiu nestes 30 anos.
Obesidade é uma doença crônica, inflamatória e multifatorial e é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal no individuo e para diagnosticarmos, o parâmetro mais comum é o índice de massa corporal (IMC).
A obesidade tem três classificações: A primeira é a obesidade grau 1(IMC entre 30-34), ou obesidade grau 2(IMC entre 35-39)e obesidade grau3(IMC acima ou igual a 40).
A obesidade representa um risco para a saúde as crianças e dos adultos. O tratamento orientado pelo especialista evita uma série de complicações, como as cardiovasculares e as ortopédicas.
As sensações que envolvem o individuo obeso mesclam entre prazeres ou desprazeres, felicidade ou infelicidade, ansiedade, apetite, saciedade, fome, todos esses fatores determinam o comportamento alimentar do indivíduo.
Essas sensações são susceptíveis de diversos fatores que incluem hábitos, fatores socioeconômicos e culturais, ritmo circadiano e da interação de sinais fisiológicos, regulamentando a sensação apetite-saciedade, descritos abaixo:
Leptina: é um hormônio derivado dos adipócitos, células de gordura, que interagem com receptores hipotalâmicos e promovem a saciedade, porém os obesos apesar de terem uma maior concentração de leptina apresentam uma resistência à ação desse hormônio.
Grelina e Orexina : sintetizados pelo intestino e também atuando no hipotálamo, o grande responsável pelo comportamento alimentar, pois estimula o apetite.
Colecistocinina e Oximodulina: também sintetizados pelo intestino, inibindo a ingestão alimentar e promovendo a saciedade após a alimentação.
Também existem Neuropeptídeos, ou seja, peptídeos produzidos pelo hipotálamo que se dividem em dois grandes grupos:
1. Orexígenos: são aqueles que estimulam a ingestão alimentar, NPY e AgRP e que apresentam ação no controle do apetite e dos depósitos energéticos.
2. Anorexígenos: são aqueles que inibem a ingestão alimentar, MSM e CART, entre outros.
O emagrecimento vai além do que o simples conhecimento permite, pois existe uma série de fatores intestinais, neuronais e endócrinos que atuam e interagem entre si, regulando o apetite e a saciedade, demonstrando, em consequência, que o comportamento alimentar não sugere fraqueza ou fracasso, mas, sim, uma doença de tratamento especial e delicado que poderá ser eficaz se for tratada a tempo e permanentemente.
Falar de carne para o brasileiro é a mesma coisa que falar de futebol, samba, feijoada, caipirinha, e é claro, aquela loira gelada tão apreciada e desejada por todos!
Mas ao contrário do que sabemos cada estado representa no seu cardápio um estilo muito próprio de como apresentar suas carnes, seus modos de fazer e apreciar.
Falando nisso qual seria a diferença do Charque, Carne-seca ou a tão comentada Carne-de-Sol?
Eis a questão! Pois não se trata da mesma coisa, mas que se parecem muito… Isso a gente não pode negar!
A carne-de-sol é um alimento riquíssimo para o povo nordestino, é uma carne que passa por um processo de salga e é levada para secar ao vento e ao sol. Daí o nome “Carne-de-Sol”, com isso ela preserva sua cor avermelhada. Sua salga é bem mais leve que a do charque ou carne-seca. Seu prazo para consumo não deveria passar de uma semana após sua cura.
Outros nomes como ela é conhecida são: carne-de-vento e carne-do-sertão.
E a carne-seca como seria?
A carne-seca também conhecida como charque, passa por um salga bem mais forte que a carne-de-sol, seu processo é muito semelhante, pois é levada ao vento e sol para secar ou passa por estufas apropriadas, fazendo com que sua atividade acquosa chegue no máximo a 10% . Também necessita passar por várias trocas de água para chegar ao ponto certo de cocção, porém grande parte de seus nutrientes se perdem. Seu uso é mais comum na região Nordeste onde é conhecida pelo nome de “carne-do-ceará”, ou simplesmente “jabá”. Seu maior uso é para o preparo da feijoada.
E o charque, como o definiríamos então?
O charque se trata de carne de vaca, onde é cortada em “mantas” e logo em seguida é salgada, a seco ou em salmoura. Aqui o estado que mais a consome, é o Sul do Brasil, mais especificamente o Rio Grande do Sul, onde é feita na forma do famoso Arroz-Carreteiro, prato emblemático da cozinha dos Pampas.
E como não poderíamos terminar esta matéria, que tal uma receita para ser feita em casa, sem frescura e que agrada a muitos comensais?
Coloque a mandioca para cozer em água fria e salgue após levantar fervura. Deixe cozinhando até que ela esteja quase desmanchando. Escorra a água e reserve.
Bata no liquidificador a mandioca ainda quente com o leite quente, até obter um creme espesso e de textura uniforme.
Leve para derreter a manteiga integral em uma panela, acrescente o creme de mandioca, previamente batido, e deixe cozinhar até ferver. Desligue o fogo. Reserve.
Depois de tirar a salga da carne seca, corte em cubos e leve para cozer com água,. Use a pressão para facilitar a cocção.
Deixe cozer por alguns minutos até que a mesma esteja muito macia. Escorra a água, deixe esfriar e desfie muito bem. Reserve.
Em uma panela à parte, leve a carne seca já desfiada para fritar na manteiga de garrafa, acrescente a cebola micro picada até que esta murche. Desligue o fogo.
Monte o escondidinho em pequenos potes refratários, fazendo porções individuais ou numa travessa grande refratária.
Na montagem, disponha uma camada no fundo de carne seca, cubra com o creme de mandioca. E finalize salpicando o queijo coalho.
Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus C, e deixe o queijo gratinar, criando uma superfície douradinha.
E aí, deu água na boca? Então é só arregaçar as mangas, ir ao mercado mais próximo e se jogar na cozinha. O sucesso já esta garantido.
Este mês de julho tem sido bem frio mesmo e para “esquentar” utilizamos alguns recursos, e um deles é o vinho.
Há dois anos me interessei em estudar um pouco deste universo incrível que são os vinhos e cada dia que passa há algo novo para aprender, não tem fim esse assunto além de ser uma delícia! E para este inverno vou dar algumas dicas.
O vinho é feito da uva, até aí todos sabemos…mas existe uma variedade enorme de tipos de uvas e os vinhos produzidos com elas e o mais impressionante é que cada uva é muito diferente da outra e dependendo do gosto pessoal de cada um é definida a nossa preferência. Para descobrir as uvas que mais te agradam recomendo mesmo experimentar. Vá até uma adega ou supermercado e passe algum tempo nos corredores de vinhos, compre vinhos de diferentes tipos de uva, diferentes países e regiões. Cada região ou país geralmente tem uma uva típica. No Chile, por exemplo, a uva típica é a Carmenère. Esta uva é encorpada e harmoniza bem com carnes e queijos. Eu particularmente prefiro uvas mais suaves, a minha favorita é a Pinot Noir, mas não se deixe influenciar, experimente e faça suas próprias escolhas.
Na verdade, o que entendi sobre vinhos é que o mais importante é compartilhar essa bebida com amigos, namorado e pessoas que gostamos, muitas vezes os melhores vinhos são aqueles que bebemos em boa companhia e não os mais caros!
Então, escolha a sua companhia e brinde com um vinho, além de um momento delicioso vai se sentir bem mais quente neste inverno!
Também chamado de manteiga clarificada, o ghee vem sendo utilizado na Índia há milênios de anos tanto na culinária como nos tratamentos medicinais milenares.
O Ayurveda (medicina tradicional indiana) considera este, um alimento que promove longevidade e rejuvenescimento.
O Ghee é produzido ao aquecer a manteiga fresca, sem sal e sem adição de nenhum produto químico, até que ela se torne um liquido dourado e translúcido e com perfume característico. Durante este processo, a lactose coagulada e outros sólidos do leite são removidos, podendo então ser consumido por pessoas intolerantes à lactose. Após a filtragem das impurezas, transforma-se em um óleo puríssimo. Graças a isso, o Ghee suporta altas temperaturas sem criar toxinas. Além de mais nutritivo, realça o sabor e aroma das preparações.
O Ayurveda recomenda dourar rapidamente com ghee, os temperos a serem utilizados na refeição, pois isto ajuda a transportar a porção solúvel de lipídeo dos temperos para as membranas celulares constituídas de lipídeos.
O azeite de oliva é famoso entre os nutricionistas ocidentais por ajudar a limpar os canais biliares e o fígado. De acordo com a medicina Ayurvédica, o ghee tem o mesmo efeito.
Benefícios:
Equilibra a acidez gástrica;
Distribui e conduz os nutrientes para todos os tecidos do organismo com maior eficácia;
Estimula o metabolismo;
Nutre camadas mais refinadas do sistema nervoso, expandindo memória e capacidade de aprender;
Aprimora a absorção dos alimentos pelo tecido reprodutor, garantindo a fertilidade;
Alivia e fortalece o fígado;
Promove a longevidade;
O Ghee é ainda livre de lactose, isento de glúten, de sal, de corante e conservantes, dispensa refrigeração.
Como usar:
Pode ser utilizado em substituição da manteiga e outros óleos.
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^^camis^^
É publicitária / designer gráfica, pisciana com ascendente escorpião. Sonha, inventa coisas, batalha, se diverte, erra, chora e volta e meia está no país das maravilhas.(+...)